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Palmeiras solta Nota Oficial conjunta com outros clubes para defender o gramado sintético

Discussão que não acaba

Mais uma vez o Palmeiras precisou se posicionar sobre o uso de gramados sintéticos no Brasil. Isso se deve ao fato do Flamengo e seus diretores, treinador e jogadores estarem, novamente, tecendo fortes críticas ao uso deste tipo de tecnologia em uma clara ‘provocação’ ao Alviverde.

Allianz Parque, arena do Palmeiras – Foto: Vinicius Consulin

Sendo este um tema muito discutido desde o começo desta temporada, o Palmeiras sempre foi o maior ‘alvo’ de todos, com muitas críticas sendo feitas ao gramado do Allianz Parque, que é sintético desde 2020 por conta da utilização da arena para shows;

Nota oficial conjunta

Juntamente com clubes como Chapecoense, Atlético-MG, Botafogo e Athlético-PR, que utilizam do gramado sintético em seus domínios, uma nota oficial foi lançada de maneira conjunta para criticar a postura do Flamengo quanto ao assunto. No conteúdo da nota, os clubes defenderam que p gramado é saudável, e segue rígidos padrões de qualidade.

Confira o posicionamento na íntegra

Diante das recentes declarações públicas sobre a utilização de gramados sintéticos no futebol brasileiro, Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras reafirmam sua posição em defesa dessa tecnologia, adotada de forma responsável, regulamentada e alinhada às melhores práticas internacionais.

Em primeiro lugar, é imprescindível reconhecer que não existe padronização de gramados no Brasil. Ignorar esse fato e direcionar críticas exclusivamente aos gramados sintéticos reduz um debate complexo a uma narrativa simplificada, injusta e tecnicamente equivocada.

Também reiteramos que um gramado sintético de alta performance supera, em diversos aspectos, os campos naturais em más condições presentes em parte significativa dos estádios do país. É igualmente importante esclarecer que não há qualquer estudo científico conclusivo que comprove aumento de lesões provocado pelos gramados sintéticos modernos.

O tema da qualidade dos gramados é legítimo, saudável e necessário. Porém, deve ser conduzido com responsabilidade, dados objetivos e conhecimento técnico, e não com narrativas que distorcem a realidade, desinformam o público e desconsideram a complexidade do assunto.“, finalizou.

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